segunda-feira, 3 de junho de 2013

O Principal Sinal de Humanidade... de Miguel Esteves Cardoso


 William Henry Gore  (Pintor inglês, 1880 - 1927),  
Forgive us our trespasses, 1927




O Principal Sinal de Humanidade



«O principal sinal de humanidade é a maneira como os seres humanos tratam os animais. O ser realmente humano seria incapaz de tratar mal um animal. O ser realmente sensível e pensante, carinhoso por sentimento e prestável por sistema, teria a delicadeza da superioridade. Há de reparar-se que as pessoas e as civilizações mais brutas são as que mais maltratam os animais. É preciso um mínimo de humanidade para se ter pena dos bichos. Os bichos não são gente, mas não têm culpa de não ser. Nós temos.
Por enquanto ainda tratamos os animais como os animais que somos. Tratamo-los como eles, caso mandassem nos seres humanos, nos tratariam a nós. Só que pior. Matamo-los, comemo-los, batemos-lhe, abandonamo-los. Tratamo-los como iguais porque ainda somos iguais a eles. Os animais tratam mal os animais diferentes deles. No dia em que formos superiores cuidaremos deles como deve ser.
»


Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'








 
Galeria de William Henry Gore

William Henry Gore, The Rising Moon
 
 

"Uma nação só tem caráter quando é livre."

 
(Anne Louise Gemaine Necker)




William Henry Gore
 
 
 
"Quando se destrói um velho preconceito, sente-se a necessidade duma nova virtude."


(Anne Louise Gemaine Necker)



 William Henry Gore Listed, 1885 



"Os prazeres do pensamento são remédios contra as feridas do coração." 


(Anne Louise Gemaine Necker)
 


William Henry Gore, Ticklish
 
 
 
"A liberdade e o amor são incompatíveis. Quem ama é sempre escravo."


(Anne Louise Gemaine Necker)
 
 

William Henry Gore
 
 

"Compreender é perdoar." 

 
(Anne Louise Gemaine Necker)




 
 William Henry Gore, Playmates
 
 
 
"A consciência é uma pequena lanterna que a solidão acende à noite."


(Anne Louise Gemaine Necker)
 


William Henry Gore, Teasing The Cat
 
 
 
"O talento não evita que se tenham manias, mas torna-as mais notáveis."


(Anne Louise Gemaine Necker)




William Henry Gore, In Disgrace
 
 
 
"O remorso é a única dor da alma, que nem a reflexão nem o tempo atenuam." 


(Anne Louise Gemaine Necker)



William Henry Gore, Friends



"O mal que podem fazer os maus livros só é corrigido pelos bons; os inconvenientes das luzes são evitados por luzes de um grau mais elevado." 


(Anne Louise Gemaine Necker)
 



William Henry Gore, Misbehaving
 
 
 
"A universalidade dos conhecimentos é necessária para se ser superior em qualquer parte."


(Anne Louise Gemaine Necker)
 
 

William Henry Gore, The Pleasures Of Hope
 


"A poesia é a linguagem natural de todos os cultos."


(Anne Louise Gemaine Necker)
 
 

William Henry Gore, Happy Playmates
 
 

"A sensibilidade e a imaginação conservam a mocidade imortal da alma." 
 

(Anne Louise Gemaine Necker)
 
 
 

William Henry Gore,  Patience Is A Virtue
 

"Abandonando nobremente quem nos deixa, colocamo-nos acima de quem perdemos."


(Anne Louise Gemaine Necker)
 

Anne Louise Germaine de Staël, baronesa de Staël-Holstein (Paris, 22 de Abril de 176614 de Julho de 1817), mais conhecida como Madame de Staël, foi uma romancista e ensaista francesa que incorporou como poucas mulheres o espírito do Iluminismo francês.

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