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domingo, 5 de janeiro de 2014

"Ser ou não Ser"... de William Shakespeare


Carlos Saramago, "Ser e Não Ser"


"Ser ou não Ser"


Hamlet: Ser ou não ser, essa é a questão: será mais nobre suportar na mente as flechadas da trágica fortuna, ou tomar armas contra um mar de obstáculos e, enfrentando-os, vencer? Morrer — dormir, nada mais; e dizer que pelo sono se findam as dores, como os mil abalos inerentes à carne — é a conclusão que devemos buscar. Morrer — dormir; dormir, talvez sonhar — eis o problema: pois os sonhos que vierem nesse sono de morte, uma vez livres deste invólucro mortal, fazem cismar. Esse é o motivo que prolonga a desdita desta vida.

 
William Shakespeare, in "Hamlet"



Carlos Saramago, "Moulin Rouge"

 
“Os sonhos são as manifestações não falsificadas da atividade criativa inconsciente.”


(Carl Jung)
 
 
 
Carlos Saramago, "Vórtice para onde tudo escorre"



“Sonhos são realizações de desejos ocultos e são ferramenta que busca equilíbrio pela compensação. É o meio de comunicação do inconsciente com o consciente.”

 
(Carl Jung)


Carlos Saramago, "Devaneio ao seio"
 
 
 
“Onde reina o amor, não há vontade de poder, e onde domina o poder, falta o amor. Um é a sombra do outro.”

(Carl Jung)



Carlos Saramago, "Criação da ideia"
 
 
 
"O ego é dotado de um poder, de uma força criativa, conquista tardia da humanidade, a que chamamos vontade."


(Carl Jung)

 
 
Carlos Saramago, "Vou fazer a viagem com prazeres" 
 
 

"Quem olha para fora, sonha. Quem olha para dentro, desperta."

 
(Carl Jung)


 
Carl Gustave Jung
 Suiça
1875 // 1961 
Psicólogo

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

"Presságio" - Poema de Fernando Pessoa


Charles Webster Hawthorne (1872 -1930),
The Lovers, 
Private collection



Presságio


O amor, quando se revela, 
Não se sabe revelar. 
Sabe bem olhar p’ra ela, 
Mas não lhe sabe falar. 

Quem quer dizer o que sente 
Não sabe o que há de dizer. 
Fala: parece que mente 
Cala: parece esquecer 

Ah, mas se ela adivinhasse, 
Se pudesse ouvir o olhar, 
E se um olhar lhe bastasse 
Pr’a saber que a estão a amar! 

Mas quem sente muito, cala; 
Quem quer dizer quanto sente 
Fica sem alma nem fala, 
Fica só, inteiramente! 

Mas se isto puder contar-lhe 
O que não lhe ouso contar, 
Já não terei que falar-lhe 
Porque lhe estou a falar… 



(“Presságio” também conhecido por “Amor”, do Ortónimo Fernando Pessoa, foi publicado no dia 24 de Abril de 1928.)



Galeria de Charles Webster Hawthorne
Charles W. Hawthorne, O vestido Vermelho, 1905


Charles W. Hawthorne,  A Jarra , 1910


Charles W. Hawthorne, Crimson Roses, 1905


Charles W. Hawthorne, Blue Kimono


Charles W. Hawthorne, Motherhood Triumphant


Charles W. Hawthorne, Rapariga com prato


Charles W. Hawthorne, Retrato de Annette, 1929


Charles W. Hawthorne, Before the Ball


Charles W. Hawthorne, Portrait of Mayme Noons, 1920


Charles W. Hawthorne, Girl Sewing, 1923


Charles W. Hawthorne, The dress maker, 1920


Charles W. Hawthorne, The Trousseau, 1910


Charles W. Hawthorne, Retrato da Sra. Woodruff, 1923


Charles W. Hawthorne, O Banho - Retrato de Emelyn Nickerson com bebé, 1915


Charles W. Hawthorne, O vestido Vermelho, 1915


Charles W. Hawthorne, Little Dora, 1915


Charles W. Hawthorne, Girl with Dolls, 1928


Charles W. Hawthorne, Master Patrick Shearer, 1929


Charles W. Hawthorne, At the Seaside, 1920


Charles W. Hawthorne, The Fencer, 1928



"Onde o amor impera, não há desejo de poder; e onde o poder predomina, há falta de amor. Um é a sombra do outro."

(Carl Jung)



Pintura de Charles W. Hawthorne, Private collection
Impressionist Figure


"Em alguns momentos, eu a dececionarei,
em outros você me frustrará,
mas, se tivermos coragem para reconhecer nossos erros,
habilidade para sonharmos juntos
e capacidade para chorarmos
e recomeçarmos tudo de novo tantas vezes quantas forem necessárias,
então nosso amor será imortal." 

(Augusto Cury)

"Outonal" - Poema de Florbela Espanca


Charles Webster Hawthorne (Pintor Americano, 1872-1930), 1912 



Outonal


Caem as folhas mortas sobre o lago;
Na penumbra outonal, não sei quem tece
As rendas do silêncio… Olha, anoitece!
- Brumas longínquas do País do Vago… 

Veludos a ondear… Mistério mago…
Encantamento… A hora que não esquece,
A luz que a pouco e pouco desfalece,
Que lança em mim a bênção dum afago… 

Outono dos crepúsculos doirados,
De púrpuras, damascos e brocados!
- Vestes a terra inteira de esplendor! 

Outono das tardinhas silenciosas,
Das magníficas noites voluptuosas
Em que eu soluço a delirar de amor…


Charneca em flor, 1931



Charles Webster Hawthorne


Charles Webster Hawthorne (08 de janeiro de 1872 - 29 de novembro de 1930) foi um pintor e professor americano que fundou a Escola de Cape Cod of Art em 1899.



Charles Webster Hawthorne, Autorretrato



Charles Webster Hawthorne,  O farol de Highland 



Charles W. Hawthorne, Na Praia



Charles W. Hawthorne, Miss Wilson


Charles W. Hawthorne, Artista ao ar livre



Charles W. Hawthorne, A ponte em Provincetown


Charles W.  Hawthorne, 1911, A Família do pescador



Charles W.  Hawthorne, Regresso ao Mar


Charles W.  Hawthorne, Provincetown Fisherman


Charles W.  Hawthorne, Pescador e sua filha


Charles W. Hawthorne, Refinação de petróleo



Charles W. Hawthorne, The fisher Boy


Charles W. Hawthorne, O café da manhã


Charles W. Hawthorne, Prazeres da Mesa


Charles W. Hawthorne, A Família 


Charles W. Hawthorne, Três mulheres de Provincetown



Charles W. Hawthorne, La Gigia



Charles W. Hawthorne, Beber



Charles W. HawthorneThe Boat  Steerer



Charles W. Hawthorne, Retrato de uma rapariga


"Os sonhos são as manifestações não falsificadas da atividade criativa inconsciente." 


(Carl Jung)


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