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Adolphe Weisz (Hungarian-French painter, 1838-1916), "Painting en plein air", c. 1895.
A Ordem do Mar
À medida que ver se completa em arco
de uma harmonia que reúne o espaço inteiro
a flor se ergue em fantasia calma e se decanta
na brisa que a inclina e a rodeia e a aviva.
Não mais a máscara, não mais a mímica, não mais
as flautas e as palavras flutuantes. Só a canção
do mar, a sua ordem múltipla e monótona,
os seus artifícios frescos, a sua fragrância funda.
É uma voz que torna o céu mais amplo e a folha
mais azul. É o conhecimento de uma ordem
em que as sombras se combinam com o vento,
em que os corpos são formas do verdadeiro oceano.
António Ramos Rosa,
"No calcanhar do vento", 1987.
Adolphe Weisz, Reflections, c. 1900.
"A felicidade mais elevada é aquela que corrige os nossos defeitos e equilibra as nossas debilidades."
"A felicidade mais elevada é aquela que corrige os nossos defeitos e equilibra as nossas debilidades."
Johann Wolfgang von Goethe,
in West-östlicher Divan, Epen. Maximen und Reflexionen, página 735,
Liselotte Bäuerle Lohrer, 1659.
in West-östlicher Divan, Epen. Maximen und Reflexionen, página 735,
Liselotte Bäuerle Lohrer, 1659.

Adolphe Weisz, Music Effect, 1871.
"Devemos ouvir pelo menos uma pequena canção todos os dias, ler um bom poema, ver uma pintura de qualidade e, se possível, dizer algumas palavras sensatas."
Johann Wolfgang von Goethe, Poetische und prosaische Werke,
in zwei Bänden, Volume 2 - Página 208, Cotta, 1837 - 663 páginas.

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