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domingo, 21 de janeiro de 2018

"O Inverno que vem" - Poema de Jules Laforgue


 
Charles Webster Hawthorne (American painter and teacher,
1872–1930), Rainy Day, Provincetown


O Inverno que vem


Bloqueio sentimental! Despachos do Levante!...
Oh, cair da chuva! Oh! cair da noite,
Oh! o vento!...
O Dia de Todos os Santos, o Natal e o Ano Entrante,
Oh! na garoa, todos as minhas chaminés!...
De fábricas...

Não se pode mais sentar, todos os bancos, molhados;
Creia-me, tudo acabado até o ano que vem,
Todos os bancos, molhados, com os bosques embotados,
E assim as trompas sopraram ton ton, sopraram ton taine!...

Ah! nuvens vindas lá da Mancha,
Nosso último domingo, vocês mancham.

Está garoando;
As teias de aranha na floresta molhada
Vergam sob as gotas e ficam aruinadas.
Sóis plenipotenciários da lavoura
Em fontes de ouro
Dos espetáculos agrículas,
Onde estais sepultados? 
Esta tarde um sol que morre
Jaz no cume do morro
Jaz sobre o flanco
Nas giestas, sobre um manto.
Um sol branco 
Como tabuleta de boteco
Sobre uma liteira de giestas amarelas,
As giestas amarelas do outono.
E soam-lhe as trompas!
Que ele retorne...
Que a si próprio retorne!
Taïaut! Taïaut! e hallali!
Ó triste antífona, chegas ao fim!...
E fingem-se em folia!...
Ele alí jaz, como uma glândula arrancada de um pescoço,
E fremente, 
sem ninguém presente!...

Vamos, vamos e hallali!
É o Inverno conhecido que se avizinha;
Oh! as curvas das grandes estradas,
E sem o pequeno Chapeuzinho Vermelho que caminha!...
Oh! seus sulcos dos carros do outro mês,
Subindo em trilhas quixotescas
Rumo às patrulhas das nuvens em derrota
Que o vento maltrate os apriscos transatlânticos!...
Aceleremos, aceleremos, é a estação agora conhecida.

E o vento, nesta noite, fez das suas!
Ó ninhos, ó ruínas, ó jardins desgados!
Meu coração e meu sono: ó ecos de machados!...

Todos estes ramos ainda tinham folhas verdes,
Sob as plantas apenas um esterco de folhas mortas;
Folhas, folíolos, que vos leve um bom vento
Para os charcos, aos enxames,
Ou para o fogo dos couteiros,
Ou os enxergões das ambulâncias
Para os soldados longe da França.

É a estação, é a estação, a ferrugem invade as massas,
Rói a ferrugem em seus spleens quilométricos
Os fios telegráficos das grandes estradas onde nada passa.

As trompas, as trompas, as trompas – melancólicas!...
Melancólicas!...
Seguem, alterando o tom,
Alterando o tom e a música 
Ton ton, ton taine, ton ton!...
As trompas, as trompas, as trompas!...
Seguiram para o vento Norte.

Não posso deixar tal tom: que ecos!...
É a estação, é a estação, adeus vindimas!...
Com uma calma de anjo chegam as chuvas lá de cima.
Adeus vindimas e adeus a todos os cestos,
Todas os cestos Watteau feixes sob os castanheiros.
É a tosse, no dormitório da escola, que reentra,
É a tisana sem fogão,

É a tísica pulmonar contristando o quarteirão,
E toda a miséria dos grandes centros.

Milho, lanifícios, borracha, farmácia, sonhar,
Cortinas abertas nas varandas à beira-mar
Frente ao oceano dos telhados dos bairros,
Lâmpadas, estampas, chá, petits-fours,
Não sereis meus únicos amores!...
(Oh, e aliás conheces, além dos pianos,
O sóbrio e vesperal mistério hebdomadário
Das estatísticas sanitárias
Nos jornais?)

Não, não! é a estação e o planeta cómico!
Que a ventania, que a ventania
Desfia 
Os chinelos, pois o tempo se tricota!
É a estação, oh dilacerações! é a estação!
Todos os anos, todos os anos,
Tentarei em coro dar a nota.


em "Poetas franceses do século XIX". 
Tradução José Lino Grünewald


Charles Webster HawthorneRainy Day, San Antonio


"Enquanto o poço não seca, não sabemos dar valor à água."

(Thomas Fuller)


quinta-feira, 23 de junho de 2016

"Gato em Volutas" - Poema de Renata Pallottini


Zai Kuang (b. 1962, China), Cat in the Room, 2004
 
 

Gato em Volutas


Chegou-se a mim, com pés forrados de silêncio.
Seu rastro sinuoso marcara-se com plumas.
Ei-lo que roça no ser humano
sua egoísta subserviência.
Recolhe as unhas, como quem guardasse
um íntimo segredo invulnerável.

Ó gato, quanto mais eu te amaria
se me houvessem rasgado tuas unhas
a frágil carne, a de afeição canina!

Afasta-se, seus olhos impossíveis
fitos em alguma outra parte.

Quedo, à distância ignora o tempo morto.
E em mim a essência morta.


Renata Pallottini,
in "O Monólogo Vivo", 1956.
 

Zai Kuang, Girl With a Cat


“Não há nada mais divertido do que um gato jovem, nem mais sério do que um gato idoso.”


(Thomas Fuller)
 
 

terça-feira, 24 de abril de 2012

"Os Gatos" - Poema de Charles Baudelaire


[O Gato (Felis silvestris catus), também conhecido como gato caseiro, gato urbano ou gato doméstico, é um animal da Família dos felídeos, muito popular como animal de estimação. Ocupando o topo da cadeia alimentar, é um predador natural de diversos animais, como roedores, pássaros, lagartixas e alguns insetos.]

 
Os Gatos


Os amantes febris e os sábios solitários
Amam de modo igual, na idade da razão,
Os doces e orgulhosos gatos da mansão,
Que como eles têm frio e cismam sedentários.

Amigos da volúpia e devotos da ciência,
Buscam eles o horror da treva e dos mistérios;
Tomara-os Érebo por seus corcéis funéreos,
Se a submissão pudera opor-lhes à insolência.

Sonhando eles assumem a nobre atitude
Da esfinge que no além se funde à infinitude,
Como ao sabor de um sonho que jamais termina;

Os rins em mágicas fagulhas se distendem,
E partículas de ouro, como areia fina,
Suas graves pupilas vagamente acendem.


Charles Baudelaire
, in "As flores do mal"
Tradução de Ivan Junqueira


Charles-Pierre Baudelaire


Charles-Pierre Baudelaire (Paris, 9 de Abril de 1821 — Paris, 31 de Agosto de 1867) foi um poeta, tradutor, teórico e crítico da arte francesa. É considerado um dos precursores do Simbolismo e reconhecido internacionalmente como o fundador da tradição moderna em poesia, juntamente com Walt Whitman, embora se tenha relacionado com diversas escolas artísticas. Sua obra teórica também influenciou profundamente as artes plásticas do século XIX.
Numa infância e adolescência atormentada, viu-se órfão do pai aos seis anos, e passou a odiar o segundo marido de sua mãe, o general Aupick. Após anos de desavenças com o padrasto, Baudelaire interrompeu seus estudos em Lyon para iniciar uma viagem à Índia. Ao regressar, participou da revolução de 1848 e logo após dissipou seus bens  na boémia e na jogatina parisiense. Lá conheceu personalidades como Mme. Sabatier, Marie Daubrun, e uma de suas musas, a atriz Jeanne Duval. Submerso em dívidas, Baudelaire foi submetido a um conselho judiciário iniciado por seus familiares. Assim, o tutor Ancelle foi nomeado para controlar os gastos do escritor. Um facto marcante na vida de Baudelaire, deu-se em 1857 com a publicação de As Flores do Mal (Les Fleurs du Mal). Este, que é o maior título de sua carreira, contém poesias que datam de 1841. Esta obra rendeu-lhe um processo pelo tribunal correcional do Sena; uma multa por atentar à moral e aos bons costumes, além de ser obrigado a retirar seis poemas (poesies damnées) do volume original, sendo publicado na íntegra apenas nas edições póstumas, em 1911. Baudelaire também foi alvo da hostilidade da imprensa, que o julgava um subproduto degenerado do romantismo. Porém, sua carreira foi admirada e elogiada por Vitor Hugo e Gustave Flaubert, entre outros. Tanto As Flores do Mal como Pequenos Poemas em Prosa (Petits Poèmes en Prose, que depois seria intitulado Lê Spleen de Paris) foram publicados em revistas desde 1861, e introduziram novos elementos na linguagem poética, fundindo os opostos existenciais como o sublime e o grotesco, e explorando as analogias ocultas do universo. Baudelaire foi o escritor que avançou as fronteiras dos costumes em sua época, lançando-se também como crítico de arte no Salon de 1845. Nesse momento, o poeta tornava-se um crítico que buscava um princípio inspirador e coerente nas obras de arte. Os escritos que o revelam nesse segmento A arte Romântica e Curiosidades Estéticas só foram publicadas em 1868. Baudelaire atuou também como tradutor de Allan Poe a partir de 1848. Entre seus ensaios, destaca-se O Princípio Poético (1876), onde as bases de sua poética foram fixadas. Um outro Charles-Pierre Baudelaire é revelado em Os Paraísos Artificiais, ópio e haxixe (1860), uma especulação sobre plantas alucinógenas, parcialmente inspirada na obra de Thomas De Quincey, Confissões de um Comedor de Ópio. Encontra-se também obras de cunho intimista e confessional, como Meu Coração Desnudo e Diários Íntimos. Baudelaire é tido como um dos maiores da França de todos os tempos. Alguns o consideram um ensaísta do parnasianismo, ou um romântico exacerbado. De atuação ousada, tornou-se um ícone no século XX influenciando a poesia mundial de tendências simbolistas, inclusive no Brasil com Teófilo Dias. De sua obra, derivam Rimbaud, Verlaine e Mallarmé. Baudelaire foi precursor de uma linguagem moderna no romantismo, concedendo a realidade uma submissão lírica. Assim, sua poesia é marcada pela contradição; de um lado via-se um herdeiro do romantismo obscuro de Allan Poe e Gerard de Neval, e de outro, o poeta que se opôs ao sentimentalismo redundante do romantismo francês. 
Seus últimos anos foram obscurecidos por doenças de origem nervosa. Após uma vida repleta de atribulações, Baudelaire morreu em Paris, no dia 31 de Agosto de 1867 nos braços de sua mãe, acometido pela paralisia geral. Seu talento, capacidade intelectual e perceção romântica, só foram totalmente apreciadas após sua morte. Tanto um Baudelaire, em sua face crítica e ácida, como o poeta confessional e espontâneo; mas, principalmente, como a totalidade de sua obra e o devido reconhecimento que lhe é atribuído.


Charles Baudelaire - A Beleza
Trilha Sonora: Notturno op. 9 n.1 - Chopin (Executada por Pollini)



Chopin

Frédéric François Chopin também chamado Fryderyk Franciszek Chopin (Żelazowa Wola, 1 de Março de 1810 — Paris, 17 de Outubro de 1849) foi um pianista polaco e compositor para piano da era romântica. É amplamente conhecido como um dos maiores compositores para piano e um dos pianistas mais importantes da história. Sua técnica refinada e sua elaboração harmónica vêm sendo comparadas historicamente com as de outros génios da música, como Mozart e Beethoven, assim como sua duradoura influência na música até os dias de hoje.


- Pensamentos -


Linces



"Fiquei magoado, não por me teres mentido, mas por não poder voltar a acreditar-te." 

Friedrich Nietzsche

[Filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e compositor alemão, 1844–1900]
 
 

Lince



"As mentiras têm pernas curtas, mas o escândalo tem asas."
 
Thomas Fuller
[Religioso e historiador britânico, 1608–1661] 



Linces


"Paciência abusada vira fúria."

(Thomas Fuller) 
 


Lince 


"A educação inicia o cavalheiro; a conversação completa-o." 


(Thomas Fuller)




Lince


"Nada é bom ou ruim se não for por comparação."

(Thomas Fuller) 



Lince


"Esquecemo-nos todos de muito mais do que nos lembramos."

(Thomas Fuller) 



Lince


"O hoje é aluno do ontem." 

(Thomas Fuller) 



Lince


"Um alqueire de trigo é constituído de muitos grãos."

(Thomas Fuller)



Lince


"Aquele que tem medo na tua presença, odeia-te na tua ausência." 


(Thomas Fuller)

 
Mapa de distribuição dos linces


O lince (Lynx spp.) é um mamífero da ordem Carnivora, família Felidae, sendo portanto um felino carnívoro. O género tem distribuição geográfica vasta, mas presente apenas, no Hemisfério Norte. Os linces são por vezes classificados dentro do género Felis, apesar de possuírem seu próprio gênero, Lynx. 
Os linces são felinos de dimensões um pouco maiores que o gato doméstico, podendo pesar até 30 kg. Têm cauda curtas e orelhas bicudas, com um tufo de pelos na ponta. Os habitats preferenciais dos linces são florestas e zonas de vegetação densa em geral, onde abundem roedores e lagomorfos, suas presas preferenciais. Os linces também possuem bigodes ultrassensíveis (vibrissas), pelagem espessa e patas largas como adaptações à vida sobre a neve no inverno. Quando o inverno chega, sua principal presa é a lebre, apesar da dificuldade de captura, devido à pelagem branca desta.

Espécies de lince

Lince-euroasiático (Lynx lynx) 
Lince-ibérico (Lynx pardinus) 
Lince-do-canadá (Lynx canadensis) 
Lince-pardo ou lince-vermelho (Lynx rufus), típico das Montanhas Rochosa
Lynx issiodorensis, espécie extinta, habitou na Europa durante o Pleistoceno

O Lince-Ibérico (Parte I)   

O Lince-Ibérico (Parte II)   



sábado, 21 de abril de 2012

"A nuvem veio e o sol parou" - Poema de Fernando Pessoa


 
Ben Goossens (Belgium artist / Surrealist photographer, b. 1945)


A nuvem veio e o sol parou


A nuvem veio e o sol parou.
Foi vento ou ocasião que a trouxe?
Não sei: a luz se nos velou
Como se luz a sombra fosse.

Às vezes, quando a vida passa
Por sobre a alma que é ninguém,
A sensação torna-se baça
E pensar é não sentir bem.

Sim, é como isto: pelo céu
Vai uma nuvem destroçada
Que é véu, mau véu, ou quase véu,
E, como tudo, não é nada. 

10-9-1934 


Fernando Pessoa
,
in 'Novas Poesias Inéditas' 
 

Obras de Ben Goossens



"Se eu vi mais longe, foi por estar de pé sobre ombros de gigantes." 
 
Sir Isaac Newton (Woolsthorpe-by-Colsterworth, 4 de janeiro de 1643 — Londres, 31 de março de 1727) foi um cientista inglês, mais reconhecido como físico e matemático, embora tenha sido também astrónomo, alquimista, filósofo natural e teólogo. Sua obra, Philosophiae Naturalis Principia Mathematica, é considerada uma das mais influentes na história da ciência. Publicada em 1687, esta obra descreve a lei da gravitação universal e as três leis de Newton, que fundamentaram a mecânica clássica. Ao demonstrar a consistência que havia entre o sistema por si idealizado e as leis de Kepler do movimento dos planetas, foi o primeiro a demonstrar que o movimento de objetos, tanto na Terra como em outros corpos celestes, são governados pelo mesmo conjunto de leis naturais. O poder unificador e profético de suas leis era centrado na revolução científica, no avanço do heliocentrismo e na difundida noção de que a investigação racional pode revelar o funcionamento mais intrínseco da natureza. Numa pesquisa promovida pela Royal Society, Newton foi considerado o cientista que causou maior impacto na história da ciência. De personalidade sóbria, fechada e solitária, para ele, a função da ciência era descobrir leis universais e enunciá-las de forma precisa e racional.



 
"Enquanto o poço não seca, não sabemos dar valor à água." 

Thomas Fuller 
 [Religioso e historiador britânico, 1608-1661]
 
 
 


"Os homens semeiam na terra o que colherão na vida espiritual: 
os frutos da sua coragem ou da sua fraqueza."

Allan Kardec

[Educador, escritor e tradutor francês, 1804–1869]
 


 
 
"Nenhum poder humano consegue forçar o impenetrável reduto da liberdade de um coração." 
 
François Fénelon

[Teólogo católico apostólico romano, poeta e escritor francês, 16511715]





"O mais livre de todos os homens é aquele que consegue ser livre na própria escravidão."
 
François Fénelon
[Teólogo católico apostólico romano, poeta e escritor francês, 16511715]





"A insatisfação é a principal motivadora do progresso."

Thomas Edison

[Inventor, empresário e cientista norte-americano, 1847–1931]
 
 


 
"Se nós fizéssemos tudo o que somos capazes, literalmente nos surpreenderíamos." 
 



 
"Qualquer homem pode alcançar o êxito, se dirigir seus pensamentos numa direção 
e insistir neles até que aconteça alguma coisa."
 


 


"Aprenda a confiar em si mesmo e aprenderá o grande segredo da vida."
 



"O caminho mais curto é sempre tentar mais uma vez."
 





"Muitas das falhas da vida acontecem quando as pessoas não percebem o quão perto estão
 quando desistem." 
 
Thomas Edison




"Nossa maior fraqueza está em desistir. O caminho mais certo de vencer é tentar mais uma vez." 
 
Thomas Edison




"O génio consiste em um por cento de inspiração e noventa e nove por cento de transpiração."
 
Thomas Edison, in Revista Harper's, Setembro de 1932

 

Thomas Alva Edison

Thomas Alva Edison (Milan, Ohio, 11 de Fevereiro de 1847 — West Orange, Nova Jérsei, 18 de Outubro de 1931) foi um inventor e empresário dos Estados Unidos que desenvolveu muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial
O Feiticeiro de Menlo Park (The Wizard of Menlo Park), como era conhecido, foi um dos primeiros inventores a aplicar os princípios da produção maciça ao processo da invenção. 
Na sua vida, Thomas Edison registrou 2.332 patentes. O fonógrafo foi uma de suas principais invenções. Outra foi o cinetógrafo, a primeira câmara cinematográfica bem-sucedida, com o equipamento para mostrar os filmes que fazia. 
Edison também aperfeiçoou o telefone, inventado por Antonio Meucci, num aparelho que funcionava muito melhor. Fez o mesmo com a máquina de escrever. 
Trabalhou em projetos variados, como alimentos empacotados a vácuo, um aparelho de raios X e um sistema de construções mais baratas feitas de concreto. 
Entre as suas contribuições mais universais para o desenvolvimento tecnológico e científico encontra-se a lâmpada elétrica incandescenteo gramofone, o cinescópio ou cinetoscópio, o ditafone e o microfone de grânulos de carvão para o telefone
Edison é um dos precursores da revolução tecnológica do século XX. Teve também um papel determinante na indústria do cinema. Em 1969 foi incluído no Automotive Hall of Fame.



Ben Goossens (Belgium artist / Surrealist photographer, b. 1945)