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"Educai as crianças e não será preciso punir os homens." (Pitágoras - filósofo e matemático grego)

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terça-feira, 26 de agosto de 2025

"A morte absoluta" - Poema de Manuel Bandeira



Benjamin West
(Anglo-American artist, 1738-1820), The Death of General Wolfe, 1770,
National Gallery of Canada, Ottawa 
 
[Major-general James Wolfe (2 January 1727 – 13 September 1759) was a British Army officer known for his training reforms and, as a major general, remembered chiefly for his victory in 1759 over the French at the Battle of the Plains of Abraham in Quebec.]
 
 
A morte absoluta


Morrer.
Morrer de corpo e de alma.
Completamente.

Morrer sem deixar o triste despojo da carne,
a exangue máscara de cera,
cercada de flores,
que apodrecerão – felizes! – num dia,
banhada de lágrimas
nascidas menos da saudade do que do espanto da morte.

Morrer sem deixar porventura uma alma errante…
A caminho do céu?
Mas que céu pode satisfazer teu sonho de céu?

Morrer sem deixar um sulco, um risco, uma sombra,
a lembrança de uma sombra
em nenhum coração, em nenhum pensamento,
em nenhuma epiderme.

Morrer tão completamente
que um dia ao lerem o teu nome num papel
perguntem: “Quem foi?…”

Morrer mais completamente ainda,
– sem deixar sequer esse nome.


Manuel Bandeira
, in A Cinza das Horas, 1917 

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terça-feira, 5 de agosto de 2025

"Retrato do povo de Lisboa" - Poema de Ary dos Santos

 
 
Inês Dourado (Pintora portuguesa, n. 1958), "Lisboa de Luz e Cor" (Lisboa, Portugal), 2021. 
Aguarela e guache sobre papel, 39,5 x 57 cm.



Retrato do povo de Lisboa


É da torre mais alta do meu pranto
que eu canto este meu sangue este meu povo.
Dessa torre maior em que apenas sou grande
por me cantar de novo.

Cantar como quem despe a ganga da tristeza
e põe a nu a espádua da saudade
chama que nasce e cresce e morre acesa
em plena liberdade.

É da voz do meu povo uma criança
seminua nas docas de Lisboa
que eu ganho a minha voz
caldo verde sem esperança
laranja de humildade
amarga lança
até que a voz me doa.

Mas nunca se dói só quem a cantar magoa
dói-me o Tejo vazio dói-me a miséria
apunhalada na garganta.

Dói-me o sangue vencido a nódoa negra
punhada no meu canto.


Ary dos Santos, in "Fotos-grafias", 1970.



Inês Dourado, "Lisboa Luminosa e Colorida", 2022. Óleo em tela, 50x60 cm.
 

"Lisboa [...] onde todos os que bebem água, não tem mais de um estreito chafariz para tanta gente [...] e deve de trazer a Lisboa 'Água Livre' que de duas léguas dela trouxeram os Romanos, por condutas debaixo da terra, subterrâneos furando muitos montes e com muito gasto e trabalho." 

 Francisco de Holanda, no livro "Da fábrica que falece a cidade de Lisboa", Lisboa, 1571.
 
 

Aqueduto das Águas Livres em Campolide - Lisboa em 1905.
Postal Ilustrado - Fototipia Animada, Edições Martins
 (daqui)


Aqueduto das Águas Livres

A condução da água em canais remonta já à Antiguidade. Os Fenícios foram mestres nas construções subterrâneas. Por outro lado, os canais à superfície, apoiados em arcadas, são invenção dos Romanos.

Em Portugal, a influência romana faz-se sentir tanto pelas ruínas arqueológicas, por exemplo, o Aqueduto de Conímbriga, como também pelo fascínio dos governantes da Idade Moderna pela Antiguidade. Assim, aparece-nos o aqueduto como paradigma das obras públicas.

Em 1571, no tratado "Da fábrica que falece a cidade de Lisboa", de Francisco de Holanda, aparece a primeira referência ao aqueduto, numa tentativa de fazer chegar a Lisboa a água das fontes das águas livres, no Vale do Carenque. As obras, essas só viriam a ter início século e meio mais tarde, por alvará régio de D. João V.
Em agosto de 1732, o arquiteto italiano António Canevari dirige o projeto, tendo sido posteriormente afastado e substituído, em 1733, por José da Silva Pais, Manuel da Maia e Custódio Vieira. Coube a Manuel da Maia o comando dos trabalhos até 1736; a partir daí foi Custódio Vieira a dirigir a obra.

O Aqueduto das Águas Livres tem uma extensão - incluindo todos os ramais - de 58 135 metros, possuindo 137 claraboias - que serviam para ventilar os canais -, 35 arcos (14 em ogiva e os restantes de volta perfeita), tendo o central um vão de 29 metros de largura por 65 de altura, o que o torna o maior arco em pedra construído em todo o mundo. O Aqueduto abastecia 34 chafarizes.
Mãe de Água das Amoreiras é o nome dado ao reservatório que recebia e distribuía as águas canalizadas pelo aqueduto aos chafarizes. Este edifício, que servia de término ao Aqueduto, foi da responsabilidade do arquiteto Carlos Mardel (bem como o Arco das Amoreiras) e só foi concluído em 1834.

É sob a direção de Carlos Mardel que, em 1748, corre água pela primeira vez em Lisboa. Esta monumental e notável obra de engenharia hidráulica, que levou mais de um século a ser erguida, só foi retirada do sistema de abastecimento da águas à cidade de Lisboa em 1967. (daqui)
 


 Francisco de Holanda, Autorretrato, ca. 1573,
 o artista apresentando o seu "Livro das Imagens".


Francisco de Holanda

Ensaísta, artista plástico, arquiteto, historiador e crítico de arte português, nascido provavelmente em 1517, em Lisboa, e falecido em 1584. Estudou em Itália, entre 1538 e 1547. Ali teve acesso ao círculo de Vitória Colonna, figura notável do renascimento italiano, facto que lhe proporcionou o convívio com grandes artistas da sua época, como Parmigianino, Giambologna e, em especial Michelangelo Buonarroti, que nele despertou o fervor pelo classicismo.
Regressou, mais tarde, a Portugal, onde obteve várias ajudas da parte do infante D. Henrique, do cardeal-arcebispo de Évora e dos reis D. João III (a mando deste monarca, pintou os livros do coro do Convento de Cristo) e D. Sebastião.

O ideal estético renascentista exprime-se acentuadamente neste autor, que afirma que o dever primordial do artista é cultivar a sua íntima originalidade, "imitar-se a si mesmo"; depois, seguir a lição da natureza (puro espelho do Criador) e a lição dos antigos, mestres imortais de grandeza, simetria, perfeição e decoro.
Dotado de uma grande versatilidade intelectual, o autor distinguiu-se pelos seus desenhos da série "Antiguidades de Itália" (1540-1547), pelo seu contributo como instrumento de estudo na reconstituição do património arqueológico romano e da arte italiana da primeira metade do século XVI. Foi ainda autor do projeto da fachada da igreja de Nossa Senhora da Graça, em Évora.

A sua paixão pelo classicismo refletiu-se no seu tratado Da Pintura Antiga, que divulga o essencial da obra de Michelangelo e do movimento artístico de Roma no segundo quartel do século XVI. Escreveu ainda o primeiro ensaio sobre urbanismo na Península Ibérica, como o título Da Fábrica que Falece à Cidade de Lisboa, e alguns livros de desenhos como De Aetibus Mundi Imagines e Antigualhas. (daqui)
 

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quarta-feira, 1 de novembro de 2023

"O Poema sobre o Desastre de Lisboa" - Poema de Voltaire


Terreiro do Paço e o Palácio Real da Ribeira, no início do século XVIII, antes da sua destruição
 no Terramoto de Lisboa de 1755. (Autor desconhecido)



O Poema sobre o Desastre de Lisboa


Ó infelizes mortais! Ó deplorável terra!
Ó agregado horrendo que a todos os mortais encerra!
Exercício eterno que inúteis dores mantém!
Filósofos iludidos que bradais «Tudo está bem»;
Acorrei, contemplai estas ruínas malfadadas,
Estes escombros, estes despojos, estas cinzas desgraçadas,
Estas mulheres, estes infantes uns nos outros amontoados
Estes membros dispersos sob estes mármores quebrados
Cem mil desafortunados que a terra devora,
Os quais, sangrando, despedaçados, e palpitantes embora,
Enterrados com seus tetos terminam sem assistência
No horror dos tormentos sua lamentosa existência!
Aos gritos balbuciados por suas vozes expirantes,
Ao espetáculo medonho de suas cinzas fumegantes,
Direis vós: «Eis das eternas leis o cumprimento,
Quem de um Deus livre e bom requer o discernimento?»
Direis vós, perante tal amontoado de vítimas:
«Deus vingou-se, a morte deles é o preço de seus crimes»?
Que crime, que falta comentaram estes infantes
Sobre o seio materno esmagados e sangrantes?
Lisboa, que não é mais, teve ela mais vícios
Que Londres, que Paris, mergulhadas nas delícias?
Lisboa está arruinada e dança-se em Paris. 
(…) 
 
Ide interrogar as margens do Tejo;
Revolvei os escombros deste sangrento despejo;
Perguntai aos moribundos, nesta morada de pavor,
Se é o orgulho quem clama: «Ajudai-me, Senhor!
Ó céus, tende piedade do humano fadário!»
«Tudo está bem», dizeis vós, «e tudo é necessário.»
Mas quê! O Universo inteiro, sem este abismo infernal,
Sem engolir Lisboa, teria estado em maior mal? 
(…)

Não, não ostenteis mais a meu coração alterado
Essas imutáveis leis da necessidade,
Essa cadeia dos corpos, dos espíritos, e dos mundos.
Ó sonhos de sábios! Ó desvarios profundos!
Deus tem na mão a corrente, e não está acorrentado;
Por sua escolha benévola tudo é determinado:
Ele é livre, ele é justo, e não é implacável.
Porque sofremos então com um amo justo e amável?
(…)

Elementos, animais, humanos, tudo está em guerra.
Há que reconhecê-lo, o “mal” está sobre a terra:
Seu princípio secreto não nos é de todo conhecido.
Do autor de todo o bem, terá o mal decorrido?
(…)

Um Deus veio consolar a nossa raça alarmada;
Visitou a terra, mas não a mudou em nada!
Diz-nos um sofista arrogante que ele o não pôde fazer:
«Ele poderia», diz outro, «mas havia de o querer:
Querê-lo-ia, sem dúvida;» e, enquanto se apregoa,
Há trovões subterrâneos que vão engolindo Lisboa,
E de trinta cidades dispersam os lambris,
Das margens sangrentas do Tejo até ao mar de Cádis.

Ou o homem nasceu culpado, e Deus pune sua raça,
Ou esse senhor absoluto do ser e do espaço,
Sem furor, sem piedade, tranquilo, indiferente,
De seus primeiros decretos segue a eterna torrente;
Ou a matéria informe, a seu mestre rebelde,
Transporta consigo defeitos tão necessários quanto ela;
Ou Deus nos põe à prova, e esta estadia mortal
Não é senão uma passagem estreita para um mundo eternal.
Aqui experimentamos dores transitórias:
Falecer é um bem que termina as nossas misérias.
Mas quando por fim sairmos desta passagem de agruras,
Qual de nós pretenderá merecer colher venturas?
(…)

Leibniz nunca me ensina por que nós invisíveis,
No mais bem ordenado dos universos possíveis,
Uma desordem eterna, um caos de infelicidades,
A nossos vãos prazeres mistura certas dores que são verdades,
Nem por que é que o inocente, tal como o culpado,
Sofre do mesmo modo este mal desgraçado.
Também não concebo como tudo estaria bem:
Sou como um médico; infelizmente nada sei.
(…)

“Um dia tudo estará bem”, eis aí a nossa esperança;
“Tudo está bem hoje em dia”, eis aqui a ilusão.
(…)

Outrora um califa, chegado à hora em que se falece,
Ao deus que adorava disse então como prece:
«Trago-te, ó único rei, único ser sem limitação,
Tudo o que não possuis na tua imensidão,
Os defeitos, os remorsos, os males e a ignorância.»
Mas poderia haver acrescentado ainda “a esperança”. 


Voltaire
, 

"Poème sur le désastre de Lisbonne", 1756.
Excerto da editora Frenesi Livros, 2005,
Tradução de
Jorge P. Pires. (daqui)
 
 
 
"Marquês de Pombal" e a cidade de Lisboa,  1766, de Louis-Michel van Loo (1707-1771)
 e Claude Joseph Vernet (1714-1789), Museu de Lisboa. 

 
Terramoto de 1755 e Reconstrução Pombalina

 
Na manhã de 1 de novembro, dia de Todos os Santos, ocorreu um violento terramoto em Lisboa, Setúbal e no Algarve.
Na capital, onde se fez sentir mais intensamente - estudos posteriores levaram os geólogos a concluir que teria atingido uma intensidade de cerca de 9 graus na escala de Richter - foi acompanhado por um maremoto que varreu o Terreiro do Paço e por um gigantesco incêndio que, durante 6 dias, completou o cenário de destruição de toda a Baixa de Lisboa.
Este trágico acontecimento foi tema de uma vasta literatura, que se desenvolveu um pouco por toda a Europa e de que é exemplo o poema de Voltaire "Le Désastre de Lisbonne" (1756).
Lisboa já havia sentido alguns terramotos, como o de 1724 e o de 1750, este último precisamente no dia da morte de João V, mas ambos de consequências menores. Em 1755, ruíram importantes edifícios, como o Teatro da Ópera, o palácio do duque de Cadaval, o palácio real e o Arquivo da Torre do Tombo, cujos documentos foram salvos, o mesmo não acontecendo com as bibliotecas dos Dominicanos e dos Franciscanos. Ao todo, terão sido destruídos cerca de 10 000 edifícios e terão morrido entre 12 000 a 15 000 pessoas.
Foi neste contexto de tragédia e confusão que Sebastião José de Carvalho e Melo, então secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, revelou as suas grandes capacidades de chefia e organização ao encarregar-se da restituição da ordem; enquanto as pessoas influentes e a própria família real se afastavam de Lisboa, Sebastião José de Carvalho e Melo (o Marquês de Pombal) passou à prática a política de enterrar os mortos e cuidar dos vivos. Impediu a fuga da população ao providenciar socorros e distribuir alimentos. Puniu severamente os que se dedicavam ao roubo de habitações e de imediato começou a pensar na reconstrução de Lisboa.
Nesse mesmo ano, Manuel da Maia, engenheiro-mor do reino, já se encontrava a estudar o problema da reconstrução e levantava a questão de construir uma nova cidade sobre os escombros da antiga ou construir uma nova cidade em Belém, zona menos sujeita a abalos sísmicos. Escolhida a primeira das soluções, foi adotado um modelo em que eram proibidas as obras de iniciativa particular; os proprietários dos terrenos foram obrigados a reconstruir segundo o plano geral num espaço de 5 anos, sob pena de serem obrigados a vender os terrenos.
De um total de 6 plantas traçadas pelos colaboradores de Manuel da Maia, a escolhida foi a de Eugénio dos Santos, arquiteto do Senado da cidade, que chefiou os trabalhos até 1760, altura em que faleceu e foi substituído por Carlos Mardel, arquiteto húngaro imigrado em Portugal.
A cidade medieval de ruas estreitas deu lugar a um traçado racional de linhas retilíneas em que os prédios têm todos a mesma altura. De toda a cidade pombalina, assim designada por ter resultado da iniciativa do marquês de Pombal, destaca-se a praça do Comércio, majestosa "sala de entrada" na cidade, com a estátua equestre de José I, monarca da altura, da autoria do escultor Machado de Castro. (daqui)
 

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sexta-feira, 11 de agosto de 2023

"Mar Português" - Poema de Fernando Pessoa


José Malhoa (Pintor, desenhista e professor português, 1855–1933),
"O sonho do Infante" (Infante D. Henrique), 1905
, 
Real Gabinete Português de Leitura.
 
 

Mar Português

X

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

s.d.

Fernando Pessoa
, in Mensagem.
Lisboa: Parceria António Maria Pereira, 1934
(Lisboa: Ática, 10ª ed. 1972)

 

Gil Eanes
, A dobra do Cabo Bojador em 1434, 
um importante marco dos Descobrimentos Portugueses.
 
 
 
Gil Eanes dobra o cabo Bojador (ver aqui)
 
Nas viagens para descobrir a costa ocidental africana os marinheiros enfrentaram lendas fabulosas e um mar tenebroso. Acreditavam que o Bojador era o fim do mundo. Mas o Infante D. Henrique estava convencido do contrário e Gil Eanes dobrou a barreira do medo, em 1434.

Gil Eanes nasceu em Lagos e habituou-se a ver o mar e a navegar nele. Estava longe de saber que um dia teria ousadia para desafiar medos e ficar na história dos Descobrimentos. Sendo navegador da Casa do Infante, em 1433 recebeu de D. Henrique a capitania de uma barca com o objetivo de dobrar o cabo que marcava o limite conhecido da costa ocidental africana. Partiu, chegou às ilhas Canárias onde fez alguns cativos, e regressou ao reino sem alcançar o Bojador, o grande obstáculo da navegação para sul.
 
Com o conhecimento, os meios e os instrumentos disponíveis na altura, a tarefa não seria assim tão simples: o cabo, rodeado de recifes e envolto quase sempre em nevoeiro, parecia aos olhos dos navegadores, quer cristãos quer muçulmanos, intransponível. O mundo conhecido acabava ali, naquelas águas ferventes habitadas por monstros marinhos, como rezavam as lendas. Muitos marinheiros arriscaram a perigosa viagem e falharam sempre. Diz-nos o historiador Damião Peres, com base numa carta régia do século XV, que ter-se-iam realizado 15 tentativas em 12 anos, nenhuma capaz de vencer o Bojador. Até 1434.

O Infante D. Henrique estava convencido que o mundo não acabava ali e incitou Gil Eanes a fazer-se de novo ao mar . “Daquela viagem – escreve o cronista Gomes Eanes de Zurara – menosprezando todo o perigo, dobrou o cabo a além, onde achou as cousas muito pelo contrário do que ele e os outros até ali presumiam”. O escudeiro do infante dobrou o cabo e navegou algumas milhas além do Bojador, até angra dos Ruivos, comprovando a teoria do terceiro filho do rei de Portugal. Ao invés de monstros encontrou uma terra desolada e deserta e, como prova de que ali tinha chegado, colheu algumas rosas silvestres que trouxe consigo, as rosas de Santa Maria (Echeveria).

Esta boa nova permitiu que os portugueses continuassem a escrever a epopeia dos descobrimentos marítimos. Um ano depois, Gil Eanes e Afonso Gonçalves Baldaia navegaram mais para sul, passaram o trópico de Câncer e chegaram ao que se presumia ser o rio do Ouro. Todos os detalhes das viagens eram devidamente anotados, o que se via dia e noite era informação vital para guiar futuros navegadores nos ventos e correntes dos novos mares. Ainda hoje os registos dos pilotos do século XV são uma referência no mundo. (daqui)
 
 
Nuno Gonçalves (Pintor português, c. 1420 - c. 1490),
 Infante D. Henrique (1394 - 1460), c. 1470 (detalhe).
[In "Os Painéis de São Vicente de Fora"],
Museu Nacional de Arte Antiga.
 

Infante D. Henrique
 
Filho do rei João I e de D. Filipa de Lencastre, o Infante D. Henrique nasceu na cidade do Porto a 4 de março de 1394 e faleceu a 13 de novembro de 1460.

Ficou conhecido por o Navegador, mas foi-o de terra firme. O seu epíteto advém da forma como protegeu e instigou as primeiras viagens expansionistas, ficando para sempre ligado a este glorioso período da História de Portugal, sendo decisiva a sua ação no Norte de África e no Atlântico.

A sua obra já era de então conhecida na Europa, como atesta uma carta escrita pelo sábio italiano Poggio Bracciolini ao Infante, em 1448-1449. O letrado italiano compara os seus feitos aos de Alexandre, o Grande, ou aos de Júlio César, enaltecendo-os ainda mais por serem conquistas de locais desconhecidos de toda a Humanidade.

D. Henrique era um homem muito poderoso, como o atesta o título de Infante, que usava em detrimento de duque. Seguindo a tradição da época, recebeu uma educação exemplar, mas profundamente religiosa. A sua moral enquadra-se dentro do moralismo puritano inglês, que se revela também nos escritos de seu pai e de seus irmãos, preocupados em emitir juízos morais e em dar conselhos. Também ele deixou conselhos escritos e um breve tratado de teologia.

De entre os inúmeros cargos que exerceu foi "protetor" da Universidade de Lisboa, isto é, o procurador da instituição junto do rei, cargo de grande prestígio atribuído pelos reis apenas a figuras de grande importância social. Da sua ação dentro da Universidade destaca-se a renda que concedeu ao curso de Teologia. Fica ainda a dúvida sobre uma provável instituição da cadeira de Matemática ou de Astronomia, atribuição ligada a toda a mitologia criada em torno da sua pessoa.

Na verdade, o seu interesse pela navegação terá permitido patrocinar uma escola de cartografia, trazendo de Maiorca um judeu chamado Jaime, conhecedor da ciência. Contudo, nada aponta ainda para o uso de instrumentos de navegação astronómica e para a invenção da carta plana, instrumentos depois necessários nas navegações atlânticas, nem para a existência de uma grande escola em Sagres. Tudo isto faz parte da auréola que se foi criando à sua volta.

De facto, aquilo que sabemos desta personagem enigmática foi-nos deixado por Gomes Eanes de Zurara, na Crónica da Guiné, onde o Infante é exaltado de forma quase sobrenatural ("príncipe pouco menos que divinal"). O cronista traça o seu retrato psicológico dando grande ênfase às suas qualidades virtuosas e pias, como a castidade e o facto de não beber vinho. Segundo o seu relato, D. Henrique não era avarento, era um trabalhador aplicado, que para dedicar o tempo necessário aos seus projetos suprimia as horas de repouso noturno. O seu feitio obstinado revela-se na teimosia em manter Ceuta, ainda que o preço a pagar tenha sido a liberdade do seu irmão, D. Fernando, depois cognominado popularmente de "Infante Santo".

A D. Henrique se devem feitos como a tomada de Ceuta em parceria com seu pai e irmãos, embora também tenha participado no desastre de Tânger; a armada das Canárias; a guerra que os seus navios faziam aos infiéis, principalmente piratas; o povoamento das "descobertas" ilhas Atlânticas, particularmente notável na Madeira. Foi ele quem mandou vir da Sicília a cana-de-açúcar e os "técnicos" para supervisionarem o seu cultivo e a sua transformação, fazendo da Madeira uma importante região produtora de açúcar.

A sua figura foi guindada à galeria dos heróis nacionais entre finais do século XIX e princípios do século XX, inserindo-se numa corrente nacionalista que desejava "reaportuguesar" Portugal. Aquando do centenário do seu nascimento, a cidade do Porto, liderada pela voz de Joaquim de Vasconcelos, tomou a iniciativa das comemorações de forma a rivalizar com a celebração lisboeta do centenário de Camões. A ideia era equiparar o espírito da cidade à coragem, energia e iniciativa do Príncipe Navegador, erguendo-lhe uma estátua e atribuindo o seu nome a uma rua. Este mesmo espírito nacionalista levou a que muitos artistas o retratassem e o esculpissem, ou que a ele dedicassem obras, como a de Manuel Barradas, segundo o qual o "Infante fora grande por ser a encarnação fanática de uma ideia".

Outro facto que contribuiu para a sua notabilidade foi a divulgação, por Joaquim de Vasconcelos, dos painéis de São Vicente de Fora, atribuídos a Nuno Gonçalves, onde o artista português Columbano identificara uma das personagens como sendo o Infante. O homem do chapeirão aparece também no manuscrito da Crónica da Guiné, de Zurara, conservado na Biblioteca de Paris, o que reforça esta ideia. Assim, o Infante D. Henrique passa a ser uma das personagens de eleição do nacionalismo português, que dominou durante o Estado Novo, representando a coragem, o dinamismo e o espírito empreendedor do povo português. (daqui)

 
Nuno Gonçalves, Painéis de São Vicente de Fora, no Museu Nacional de Arte Antiga
 

  “Eu tenho um sonho de que os meus quatro filhos pequenos um dia viverão numa nação onde não serão julgados pela cor de pele, mas pelo seu caráter”. (Ver aqui)
 

Martin Luther King (1929 –1968), Nobel da Paz em 1964, in "Eu Tenho um Sonho"
 ("I Have a Dream") - Discurso público no dia 28 de agosto de 1963.


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segunda-feira, 16 de maio de 2022

"A Poesia" - Poema de Octavio Paz


 Sir Anthony van Dyck (1599-1641), Self-Portrait with a Sunflower, c. 1632-1633, 
Eaton Hall, Cheshire, England 

 

A Poesia


Chegas, silenciosa, secreta,
e despertas os furores, os gozos,
e esta angústia
que acende o que toca
e engendra em cada coisa
uma avidez sombria.

O mundo cede e se desmancha
como metal ao fogo.
Entre minhas ruínas me ergo,
sozinho, desnudo, despojado,
sobre a rocha imensa do silêncio,
como um solitário combatente
contra invisíveis tropas.

Verdade abrasadora,
para o que me empurras?
Não quero tua verdade,
tua insensata pergunta.
Para que esta luta estéril?
Não é o homem criatura capaz de conter-se,
avidez que só na sede se sacia,
chama que a todos os lábios consome,
espírito que não vive em nenhuma forma
mas faz arder todas as formas.

Sobes desde o mais fundo de mim,
desde o centro inominável de meu ser,
exército, maré.
Cresces, tua sede me afoga,
expulsando, tirânica,
aquilo que não cede
à tua espada frenética.
Já tão somente tu me habitas,
tu, sem nome, furiosa substância,
avidez subterrânea, delirante.

Golpeiam meu peito teus fantasmas,
despertas para meu tato,
gelas minha testa,
abres meus olhos.

Percebo o mundo e te toco,
substância intocável,
unidade de minha alma e de meu corpo,
e contemplo o combate que combato
e minhas bodas de terra.

Nublam meus olhos imagens opostas,
e as mesmas imagens
outras, mais profundas, negam-nas,
ardente balbucio,
águas que afoga uma água mais oculta e densa.
Em sua húmida treva vida e morte,
quietude e movimento, são o mesmo.

Insiste, vencedora,
porque existo tão somente porque existes,
e minha boca e minha língua se formaram
para dizer tão somente tua existência
e tuas secretas sílabas, palavra
impalpável e despótica,
substância de minha alma.

És tão somente um sonho,
porém em ti sonha o mundo
e sua mudez fala com tuas palavras.
Ao tocar teu peito roço
a elétrica fronteira da vida,
a treva de sangue
onde pactua a boca cruel e enamorada,
ávida ainda por destruir o que ama
e reviver o que destrói,
com o mundo, impassível
e sempre idêntico a si mesmo,
porque não se detém em nenhuma forma
nem se demora sobre o que engendra.

Leva-me, solitária,
leva-me entre os sonhos,
leva-me, mãe minha,
desperta-me do todo,
me faz sonhar teu sonho,
unta meus olhos com azeite,
para que ao conhecer-te me conheça.


Octavio Paz, 
Nobel de Literatura de 1990
Tradução de Floriano Martins 
 

Anthony van Dyck (1599-1641), Self-portrait, 1613-15,
Gemäldegalerie der Akademie der bildenden Künste, Vienna 
 


Biografia de Anthony van Dyck

 
Antoon van Dyck foi um pintor flamengo do movimento artístico Barroco que se notabilizou como retratista. Seus principais locais de atuação foram a Antuérpia, a Itália, principalmente em Génova, e a Inglaterra. Foi, por muitos anos, pintor oficial da corte do rei Charles I (1600-1649) da Inglaterra, onde foi condecorado, ficando conhecido como Sir Anthony van Dyck. Discípulo de Peter Paul Rubens (1577-1640), o principal pintor flamengo da época, Van Dyck estabeleceria novos padrões para a retratística, influenciando este género pictórico, principalmente na Inglaterra, até fins do século XVIII. Foi responsável também por um registo preciso do estilo de vida aristocrático do século XVII, seus gostos e trajes, ajudando, assim, a estabelecer os padrões do tipo cavalheiresco e nobre.

Van Dyck nasceu na Antuérpia (atual Bélgica), em 22 de março de 1599. De talento precoce, iniciou primeiramente seus estudos com o pintor Hendrick van Balen (1575-1632), em 1609, aos dez anos de idade. Aos quinze anos, já era um artista com domínio avançado das técnicas da pintura, como comprova seu "Autorretrato", realizado em cerca de 1613-15. Tornou-se mestre da Guilda de São Lucas da Antuérpia em 1618, embora haja evidências de que já trabalhava anteriormente como pintor independente, inclusive recebendo encomendas, o que era proibido pelas normas da Guilda (CHILVERS, 2001, p. 167). Uma provável explicação para isso é que Van Dyck já estivesse sob a proteção de Rubens, o maior pintor flamengo da época, e uma figura de considerável influência, que poderia obter alguns favores especiais (VAN DER STIGHELEN, 1994, p. 29). 
 
Ainda antes de completar 20 anos, Van Dyck ingressou no atelier de Rubens, sendo considerado por este como o melhor dos seus discípulos. Embora esta condição de discípulo possa ser questionada, uma vez que ele já era um pintor formado quando ingressou no atelier, a influência de Rubens no trabalho de Van Dyck é inquestionável, sendo muitas obras deste período de difícil atribuição de autoria entre os dois pintores. A própria relação entre eles se tornou muito próxima, sendo muitas vezes comparada a uma relação de pai e filho (HELD, 1994, p. 64). Além de uma série de coincidências na biografia dos dois pintores, como os períodos que passaram na Itália e os contactos que mantiveram com poderosas cortes europeias, Van Dyck adotou os modos de cavalheiro e estilo de vida refinado de Rubens, que ele claramente admirava, embora tivesse uma personalidade diferente de seu mestre. 

Esta influência de Rubens pode ser percebida na tela "O Retrato de Isabella Brandt", uma pintura em que Van Dyck retrata a primeira esposa de seu mestre, o que também dá testemunho da intimidade existente entre eles. Já houve dúvidas quanto à autoria da obra, por vezes considerada como um retrato feito por Rubens, embora haja um consenso de que se trata de um trabalho de Van Dyck, com o qual ele teria presenteado seu mestre antes de viajar à Itália. A obra traz a robustez típica das figuras de Rubens, e muitas de suas soluções formais e cromáticas. O conjunto arquitetónico ao fundo era um portão ornamental construído por Rubens no jardim de sua residência na Antuérpia. Atrás de Isabella, Van Dyck colocou uma estátua da deusa Minerva, situando a deusa da sabedoria junto ao jardim de seu mestre. 
 

  Sir Anthony van Dyck, Portrait of Isabella Brant, c. 1623–1626,
National Gallery of Art, Washington, D.C.


Antes de viajar para a Itália, Van Dyck foi a Londres, em 1620, onde passou um curto período, mas realizou alguns trabalhos para a aristocracia local e teve acesso a obras de Ticiano e Veronese, pertencentes a colecionadores ingleses. Regressou a Flandres em 1621 e seguiu, neste mesmo ano, para a Itália, onde permaneceu por cerca de seis anos. Em seu período italiano, Van Dyck conheceu muitas cidades, entre elas Roma, Florença e Veneza, mas estabeleceu uma base em Génova, para onde retornava periodicamente de suas jornadas. Génova possuía uma rica aristocracia local, elegante e poderosa, uma clientela certa para um pintor retratista com as suas qualidades. Van Dyck, por sua vez, apresentava-se como um cavalheiro, de gosto refinado e oriundo do atelier de Rubens, o que lhe garantia prestígio. Durante esse tempo, trabalhou muito, absorvendo diversas características da arte local, principalmente da pintura veneziana, e consolidando seu estilo. Segundo o Dicionário Oxfor de Arte, “[...] na Itália, abrandou o vigor robusto de suas primeiras pinturas flamengas e criou o estilo refinado e elegante que caracterizou sua obra pelo restante de sua vida” (CHILVERS, 2001, p. 168). Pintando retratos da aristocracia genovesa, Van Dyck cria, ainda segundo CHILVERS, “o tipo `imortal´ do nobre, de olhar orgulhoso, figura esguia e dotado das famosas mãos `à Van Dyck” (2001, p. 168).

Uma das pinturas que serve de exemplo deste período é o "Retrato da Marquesa Elena Grimaldi Cattaneo". Nesta pintura, Van Dyck retrata a nobre genovesa em um terraço, provavelmente em sua residência, conferindo-lhe muita dignidade e altivez. A presença de um serviçal segurando uma sombrinha demonstra sua riqueza e posição social. No fundo, Van Dyck coloca uma colunata de estilo grego e um céu nublado, que aumentam a majestade da retratada, dando à cena um tom solene e grandioso. A sombrinha vermelha quebra o tom sombrio do quadro, dialogando com as mangas do vestido e criando uma configuração cromática triangular, com o rosto da marquesa no meio, também possuindo um tom avermelhado. O vestido, por sua vez, é predominantemente preto e sóbrio, sem maiores ornamentações. Van Dyck retrata o estilo de vida da nobre genovesa, ao mesmo tempo em que lhe confere uma altivez que emana de sua figura, sem necessariamente estar relacionada a adereços e objetos de pompa. A postura, o olhar, o tipo físico criam um estilo que, por si só, identificam o retratado como possuidor de uma dignidade superior. 
 
 
 Sir Anthony van Dyck, Marchesa Elena Grimaldi Cattaneo, 1623, 
oil on canvas, Widener Collection
 

Em 1627, Van Dyck retornou à Antuérpia, devido à morte de sua irmã. Permaneceu em sua terra natal até 1632, quando foi para a Inglaterra. Neste período na Antuérpia, continuou recebendo muitas encomendas de retratos, mas também realizou algumas pinturas com temas mitológicos, literários e religiosos. É deste período a obra "Rinaldo e Armida", baseada no poema épico Gerusalemme Liberata (Jerusalém libertada, 1581), do poeta italiano do século XVI Torquato Tasso (1544-1595). A obra mostra o momento em que a feiticeira pagã Armida tenta tirar a vida do cavaleiro cruzado Rinaldo, mas se apaixona por ele. Pode-se perceber um dinamismo típico da pintura de Rubens, mas também uma forte influência da pintura veneziana, principalmente de Ticiano. Van Dyck coloca a feiticeira Armida no centro da composição, com seu corpo em uma diagonal que prossegue pelo corpo da sereia abaixo dela. Armida veste um manto vermelho esvoaçante, cujo movimento intenso pode se relacionar ao turbilhão de sentimentos vividos pela personagem, entre eles o amor, que aparece representado pelos putti. A obra foi feita para o rei Charles I da Inglaterra. Van Dyck já possuía relações com o rei Charles I desde 1629. A obra fez imenso sucesso na corte inglesa, principalmente com o rei, que via similaridades de sua história pessoal com o tema retratado (DAVIES, 2010, p. 721). 
 
 
 Sir Anthony van Dyck, Rinaldo e Armida, 1629,
Baltimore Museum of Art
 
 
Charles I (1600-49) foi um grande amante da arte e mecenas de seu tempo. Desde que assumiu o trono, trouxe artistas de diversas nacionalidades à Inglaterra e deu grande incentivo à produção artística. Em cerca de 15 anos, montou uma formidável coleção de arte, introduzindo um grande refinamento na Inglaterra, que antes dele era, neste sentido, basicamente um país de camponeses ricos. Apreciador de Ticiano, o rei via em Van Dyck um herdeiro do antigo mestre veneziano. Chamou-o para trabalhar em Londres e, em 1632, Van Dyck desembarcou na capital inglesa para lá permanecer até sua morte, salvo pequenas visitas ao continente europeu. Assim que chegou, foi nomeado primeiro pintor da corte, com uma renda anual de 200 libras; foi condecorado e recebeu uma residência onde trabalhava e recebia clientes. Nesses anos na Inglaterra, ocupou-se quase que exclusivamente de retratos. Segundo CHILVERS, “talvez o maior testemunho de sua força como retratista seja o facto de que hoje vemos Charles I e sua corte pelos olhos de Van Dyck” (2001, p. 168). 
 

  Sir Anthony van Dyck, Charles I in Three Positions, 1635–36,
Royal Collection (Buckingham Palace), London
 

Seu retrato mais célebre do rei é o "Retrato de Charles I na Caça" (Charles I at the Hunt). Segundo Ernst Gombrich, Van Dyck retratou o monarca inglês como “uma figura de impecável elegância, inconteste autoridade e elevada cultura, o patrono das artes e defensor do direito divino dos reis, um homem que não precisa dos acessórios externos do poder para realçar sua dignidade natural” (GOMBRICH, 1998, p. 405). O retrato mostra o rei em pé, após desmontar de seu cavalo, com dois estribeiros e uma paisagem ao fundo. No dizer de Davies: “[...] menos rígido que um retrato formal de estado, não é por isso menos grandioso, porque o rei retém o controlo do estado, simbolizado pelo cavalo, que baixa a cabeça ao dono” (DAVIES, 2010, p. 722). O rei aparece em uma pose estudada, mas que transmite sua posição de realeza mesmo em um ambiente natural. O estilo de Van Dyck teve grande aceitação na aristocracia inglesa e o pintor teve um expressivo número de encomendas, sendo obrigado a manter um atelier com vários assistentes, a exemplo de seu mestre Rubens.
 
 
 Sir Anthony van Dyck, Retrato de Charles I na caça, 1635,
Musée du Louvre
, Paris, França
 

Os retratos de Van Dyck ajudaram a estabelecer o tipo cavalheiresco e nobre na Inglaterra, sua conduta aristocrática e refinamento cortesão. Sua casa era frequentada pela mais alta nobreza inglesa e pelo próprio rei. São inúmeras suas obras retratando a aristocracia inglesa, mostrando o quanto era solicitado. Serve de exemplo desta produção o "Retrato de Lorde John e Lorde Bernard Stuart". O retrato duplo mostra os filhos mais novos do Duque de Lennox, Lorde John Stuart (1621-1644), à esquerda, e seu irmão Lorde Bernard Stuart (1622-1645). Os dois jovens nobres são representados com roupas que demonstram sua riqueza, mas em um cenário relativamente simples. Suas poses denotam um estilo confiante e altivo, e a composição reflete a elegância dos protagonistas. Os dois jovens morreriam alguns anos depois da realização desta pintura, na guerra civil inglesa.
 
 
 Sir Anthony van Dyck, Lord John Stuart and his Brother, Lord Bernard Stuart,
c. 1638, National Gallery, London
 

Uma das últimas obras de Van Dyck é o "Retrato do Príncipe Charles Louis, Eleitor Palatino". O príncipe Charles Louis (1617-1680) era sobrinho do rei Charles I, filho de sua irmã, princesa Elizabeth (1596-1662), e de Frederick V (1596-1632), Eleitor Palatino e Rei da Boémia. Nesta pintura, Van Dyck retrata o príncipe em uma iconografia típica dos retratos de comandantes militares, muitas vezes utilizada por ele em outras representações. O retratado aparece vestindo uma armadura, representada com grande maestria, incluindo detalhes de sua estrutura e reflexos de luz que enfatizam a textura do metal. Segura um bastão, símbolo de comando e autoridade, e mantém uma postura que enfatiza sua dignidade, ao mesmo tempo em que lhe confere grande elegância. O fundo é neutro, possuindo um tom marrom escuro, que dialoga com alguns detalhes da armadura e com a cor do próprio bastão. 
 
 
 Sir Anthony van Dyck, Retrato do Príncipe Charles Louis, Elector Palatine, 1641
Coleção privada 
 
 
Van Dyck morreria alguns meses após a realização desta pintura. Em 1640, ele havia de casado com Mary Ruthven, filha de um nobre e dama de companhia da rainha. Teve uma filha com ela, Justiniana, que nasceu dez dias antes de sua morte. Teria tido também uma filha natural na Antuérpia. Em outubro de 1641, Van Dyck esteve em Paris, onde tentava conseguir um contrato para decoração das salas principais do Palácio do Louvre, trabalho que acabou sendo destinado aos pintores Nicolas Poussin (1594-1665) e Simon Vouet (1590-1649). Sentindo-se doente, apressou seu retorno a Londres. O rei Charles I chegou a enviar-lhe seu médico pessoal, na esperança de salvar seu pintor, mas, em 9 de dezembro de 1641, Van Dyck faleceu aos 42 anos de idade. Foi sepultado na Catedral de São Paulo, onde o rei mandou erigir um monumento em sua memória.

Durante sua estadia na Antuérpia, entre 1627 e 1632, Van Dyck realizou uma série de águas-fortes e gravuras de seus contemporâneos de renome. O próprio Van Dyck executou algumas chapas (cerca de 15), enquanto outras foram gravadas a partir de seus desenhos e esboços. Essa série se chama Iconografia, e reúne retratos de artistas, soldados, homens de estado e outras personalidades de seu tempo. Foi publicada pela primeira vez ainda antes da morte de Van Dyck, pelo editor da Antuérpia Martin van den Enden e incluía cerca de 80 retratos. Em 1645, foi novamente publicada, desta vez pelo editor Gilles Hendricx, que anunciou cerca de 100 obras, sendo, na verdade, publicados 114 retratos (SPICER, 1994, p. 328). Alcançou um considerável sucesso e ajudou a difundir e consolidar o modelo de Van Dyck para retratos impressos, muito populares até o advento da fotografia. Apesar disso, Van Dyck não se dedicou muito a esta modalidade de trabalho, possivelmente pelo facto dos retratos a óleo terem um melhor preço e ele ter tido uma constante demanda de encomendas durante toda sua vida. Serve de exemplo desta produção o retrato do pintor Pieter Brueghel, o jovem (1564/5-1636). 
 
 
 Sir Anthony van Dyck, Pieter Brueghel the Younger , 1630-32
Gravura em metal,
British Museum, London 


O legado de Anthony van Dyck se fez sentir por vários séculos após a sua morte, na grande influência que suas pinturas exerceram na arte do retrato aristocrático, principalmente na Inglaterra. Seu trabalho deixou exemplos que foram aproveitados por uma série de artistas nos séculos seguintes, entre os quais, pode-se citar Thomas Gainsborough (1727–1788) e Thomas Lawrence (1769-1830). Até o final do século XVIII, seu estilo e seus cânones estiveram presentes na produção de retratos, das mais variadas formas. Além disso, sua extensa produção documenta os hábitos da elite inglesa de sua época em termos de gostos, vestuários e costumes, constituindo-se em importante fonte histórica.

Algumas críticas que recaem sobre seu trabalho dão conta de que ele bajulava seus clientes, favorecendo-os em suas pinturas. No entanto, existem relatos de clientes que não ficaram inteiramente satisfeitos com a forma como foram retratados, como a Condessa de Sussex, que se achou muito gorda em seu retrato, ainda que o considerasse parecido com ela (CHILVERS, 2001, p. 168). Neste ponto, parece residir o principal desafio do retratista, que é de elaborar o retrato de como seu cliente se quer ver e se imagina, e não necessariamente como ele é. Van Dyck parece ter encarado esse desafio com incontestável sucesso ao longo de sua carreira, assimilando e transformando suas lições e influências, e se consolidando como um dos principais nomes da história da arte. (Daqui)
 
 
 Sir Anthony van Dyck (1599-1641), Portrait of Sir Kenelm Digby (1603-1665)
with a Sunflower, c. 1630, Antony National Trust, Cornwall, England  
 

"As coisas mais belas são ditadas pela loucura e escritas pela razão."  
"Les choses les plus belles sont celles que souffle la folie et qu'écrit la raison."
 
André Gide, 
do livro "Les Nourritures terrestres"
André Gide, livro Les Nourritures terrestres

Fonte: https://citacoes.in/obras/les-nourritures-terrestres-6537/
André Gide, livro Les Nourritures terrestres

Fonte: https://citacoes.in/obras/les-nourritures-terrestres-6537/
[Poésie: Les Cahiers d'André Walter. Les Poésies d'André Walter. Les Nourritures terrestres. Les Nouvelles Nourritures. Souvenirs de la cour d'assises. Si le grain ne meurt. Journal (1889 à 1916) - Página 529, André Gide - Gallimard, 1952]
 

André Gide
 
André Gide, escritor francês, nasceu a 22 de novembro de 1869, em Paris, e faleceu a 19 de fevereiro de 1951, também na capital francesa.
Gide foi criado no seio de uma família abastada e educado de uma forma muito puritana. Sentiu alguma dificuldade em ter sucesso nos estudos devido à sua saúde débil. Contudo, desde cedo mostrou apetência para a Literatura e a Poesia e, com apenas vinte anos, começou a publicar textos, bastante puritanos, em revistas escolares.
Com 22 anos, publica o seu primeiro livro, Les Cahiers d'André Walter, totalmente financiado por si, mas o qual não assinou. A obra, que havia começado a escrever aos 18 anos, não conheceu grande sucesso, mas atraiu a atenção de escritores como Marcel Schwob, Rémy de Gourmont, Maurice Barrés e Maurice Maeterlinck. Nesta altura, Gide era uma artista do Simbolismo, tendência que deixou em 1895, quando publicou Paludes.
Só a partir de 1897, quando editou Nourritures Terrestres, é que André Gide começou a ser encarado como um verdadeiro escritor. Nesta obra, defendeu a doutrina do hedonismo ativo, ou seja o prazer como bem supremo. Desde então, o autor dedicou-se a examinar os problemas da liberdade individual e da responsabilidade, tendo entrado por vezes em conflito com a moralidade convencional.
Em 1909, Gide foi um dos fundadores da revista literária Nouvelle Revu, que se viria a tornar bastante influente no meio.
Tornou-se o mentor de toda uma geração que, na sequência da Primeira Guerra Mundial, se preocupava em conciliar a lucidez da razão com as forças instintivas.
Com Les Caves du Vatican, de 1914, Gide foi pela primeira vez acusado de ser anticlerical. Um ano após a sua morte, em 1952, o Vaticano incluiu todas as suas obras no Índice de Livros Proibidos.
Entre 1920 e 1924, publicou as suas memórias, onde revelou a sua homossexualidade.
Em 1925, lançou aquele que foi considerado um dos seus melhores romances, intitulado Les Faux-Monnayeurs, onde o protagonismo foi dado à juventude parisiense, inclusivamente através de homossexuais, delinquentes e mulheres adúlteras.
André Gide passou entretanto a ocupar diversos cargos públicos, tanto a nível local como internacional. As suas deslocações ao Congo, Chade e União Soviética inspiraram alguns dos seus livros. Depois de se ter assumido como comunista, a visita à União Soviética deixou-o bastante desiludido e rompeu com o comunismo.
Entre 1939 e 1951, decidiu escrever e publicar os seus diários, onde falava de si e também dos seus amigos e de outros escritores.
Entretanto, em 1947 recebeu o Prémio Nobel da Literatura.
André Gide também escreveu peças de teatro no início do século XX e fez traduções de obras de William Shakespeare. (Daqui)

Posted by quadrogiz at segunda-feira, maio 16, 2022 Sem comentários:
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Labels: André Gide, Anthony van Dyck, Autorretratos, Barroco, Biografias, Estilo Barroco, Octavio Paz, Personalidades Históricas, Pintura Barroca, Simbolismo
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"A maturidade me permite olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranquilidade, querer com mais doçura."

(Lya Lutf)



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