Numa tarde longa e mansa,
os dois pela estrada vão:
o cão estima a criança,
e a criança estima o cão.
Que delicada aliança
dos seres da criação:
uma risonha criança,
um robustíssimo cão.
Deus percebeu a lembrança
e sorriu lá na amplidão:
ele gosta da criança,
que trata bem o seu cão.
Por isso, na tarde mansa,
os dois felizes lá vão:
a delicada criança
e o robustíssimo cão.
Afonso Schmidt (1890–1964),
em 'Poesia brasileira para a înfância,
por Cassiano Nunes e Mário da Silva Brito,
São Paulo, Ed. Saraiva, 1968.
os dois pela estrada vão:
o cão estima a criança,
e a criança estima o cão.
Que delicada aliança
dos seres da criação:
uma risonha criança,
um robustíssimo cão.
Deus percebeu a lembrança
e sorriu lá na amplidão:
ele gosta da criança,
que trata bem o seu cão.
Por isso, na tarde mansa,
os dois felizes lá vão:
a delicada criança
e o robustíssimo cão.
Afonso Schmidt (1890–1964),
em 'Poesia brasileira para a înfância,
por Cassiano Nunes e Mário da Silva Brito,
São Paulo, Ed. Saraiva, 1968.
"Felizes os cães, que pelo faro dão com os amigos!"
Machado de Assis (1839–1908),
Trecho do conto ´Primas de Sapucaia´.



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