1866-1939), "The Farmhouse", 1912.
Voz e Aroma
A brisa voga no prado,
Perfume nem voz não tem;
Quem canta é o ramo agitado,
O aroma é da flor que vem.
A mim, tornem-me essas flores
Que uma a uma eu vi murchar,
Restituam-me os verdores
Aos ramos que eu vi secar...
E em torrentes de harmonia
Minha alma se exalará,
Esta alma que muda e fria
Nem sabe se existe já.
Almeida Garrett,
in "Folhas Caídas", 1853.
Voz e Aroma
A brisa voga no prado,
Perfume nem voz não tem;
Quem canta é o ramo agitado,
O aroma é da flor que vem.
A mim, tornem-me essas flores
Que uma a uma eu vi murchar,
Restituam-me os verdores
Aos ramos que eu vi secar...
E em torrentes de harmonia
Minha alma se exalará,
Esta alma que muda e fria
Nem sabe se existe já.
Almeida Garrett,
in "Folhas Caídas", 1853.
Carl Strathmann, "Frühling" (Primavera), 1906.
"A neve e a tempestade matam as flores, mas nada podem contra as sementes."
"A neve e a tempestade matam as flores, mas nada podem contra as sementes."
Khalil Gibran, Spirits rebellious - página 59,
Anthony Rizcallah Ferris, Martin L. Wolf - Philosophical Library, 1947.

Sem comentários:
Enviar um comentário